Não tenhamos qualquer dúvida de que os conselhos ou sugestões dos outros nos ajudam. Contudo, não nos devemos esquecer de que a solução para os nossos problemas está dentro de nós, na voz silenciosa da nossa consciência, que não é mais do que a voz de Deus. Não nos deixemos enganar nem iludir: só cada um de nós é responsável pelo caminho que escolher. Ninguém poderá prestar contas em nosso nome. Devemos, portanto, viver corretamente de acordo com a nossa consciência.
Embora nos possamos sentir sós na nossa caminhada, não devemos esmorecer. Devemos continuar a nossa jornada, mesmo que as trevas em nosso redor se adensem. E esta poderá ser mais uma razão para mantermos acesa, por muito pequenina que seja, a chama da fé. Não devemos nunca deixar que esta luzinha se apague, porque se a deixarmos apagar, aí é que ficaremos mesmo nas trevas. Iluminemos o nosso caminho com esta chamazinha de fé e as trevas se dissiparão e a luz voltará a incidir sobre nós.
Fixemos o nosso olhar no lado belo da vida. E ao fazermos isto, verificaremos que há tanta coisa para ser contemplada e apreciada! Enquanto que as moscas pousam mesmo num corpo completamente limpo, as abelhas buscam as flores, mesmo as que nascem no meio de um pântano. Então sigamos o exemplo das abelhas! Embora ao nosso redor apenas avistemos, à primeira vista, lama, devemos lançar um olhar mais atento e de certeza que iremos descobrir uma pequenina flor. Pode ser uma florzinha singela e tenra mas virá sem dúvida aquecer a nossa alma. Porque a beleza, o lado belo da vida, não está nas grandes coisas, mas sim nas pequeninas, naquilo que muitas vezes a nossa vista desatenta não consegue ver.
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