terça-feira, 28 de agosto de 2012

«Cede quando ela teima; se cederes, sairás vencedor;
trata, apenas, de agir, como ela determinar.
Se ela contestar, contesta; o que aprovar, aprova-o;
o que afirmar, afirma-o; o que negar, deves negá-lo;
se rir, ri-te; se chorar, lembra-te tu de chorar;
seja ela a ditar as leis das tuas feições.
(...)
O amor é uma espécie de serviço militar. Batei em retirada, gente indolente!
Tais estandartes não são para ser confiados a homens medrosos.
A noite e o inverno e jornadas sem fim e dores terríveis
e toda a sorte de padecimentos, eis o que nos espera nos campos da doçura; (...)»
Ovídio, A Arte de Amar



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