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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

O que um livro pode fazer por nós. Desperta os nossos cinco sentidos: o do tato, quando o temos na mão e o sentimos; o do olfato no momento em que o cheiro do papel chega às nossas narinas; o da visão, porque o olhamos; o da audição, porque ouvimos o que ele tem para nos dizer e quais são os segredos que iremos desvendar; e por fim o do paladar, quando saboreamos, tal como um vinho de alta qualidade ou refeição gourmet ou cozinha de autor, as palavras, as frases, os diálogos.
É esta combinação de nós com o livro que é tão fascinante e tão apaixonante. Uma vida sem livros e sem leitura é tão sensaborona como um jardim sem flores, sem o chilrear de pássaros. Quem passa pela vida sem a companhia quotidiana de um livro, passa sem a viver; desconhece as maravilhas que um livro, um pequeno objeto que transportamos de um lado para o outro facilmente, que quando o abrimos e começamos a olhar as páginas e a ler, somos imediatamente transportados para mundos distantes, entramos e descobrimos figuras iguais a nós, umas, outras diametralmente opostas. Um livro permite a evasão das nossas angústias diárias, das nossas tristezas e, porque não, também, das nossas alegrias. Pegamos num livro de acordo com a nossa disposição do momento. É por isto que eu leio vários livros ao mesmo tempo: ora pego num ou noutro de acordo com a minha disposição de momento. Mas o que eu gosto mais é de revisitar livros já lidos. Voltar a casa de personagens minhas amigas, voltar a sentar-me nos seus sofás, voltar a tomar chá com elas, partilhar os seus desgostos, as suas alegrias. Ouvi-las novamente a falar comigo. Que ninguém diga que ler é um ato solitário, porque me recuso a aceitar tal opinião.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Vale a pena ver

Acabei de ver na RTP1 o programa Anticrise com Manuel Marques, Eduardo Madeira e António Machado e, de palavra de honra, que chorei com riso. Hoje foi a estreia e recomendo vivamente que tod@s vós sigam, porque é mesmo anticrise. E para combater a tristeza que se apoderou de todos nós, nada melhor do que rirmo-nos à gargalhada, porque rir faz bem muito bem à saúde

Antes do jantar

Enquanto aguardo que a minha massinha com frango fique cozida, decidi vir até aqui para comentar convosco aquilo que estou a ouvir no Telejornal. Não tenho memória de um Sporting tão em baixo. Muda de treinadores com uma facilidade espantosa. Está na 12.ª posição e fora das competições estrangeiras. A continuar neste ritmo de péssimos resultados ainda corre o risco de descer de divisão!
Nutro uma simpatia especial por este clube, talvez porque já não ganha um campeonato há mais de uma década e neste momento está perto da linha de água...

domingo, 25 de novembro de 2012

Estou neste momento a ouvir a casa dos segredos. E estou a ouvir a ileteracia daqueles concorrentes. Se é propositada ou não, não sei. Tenho esperança de que a «burrice» manifestada pelos concorrentes seja propositada, mas tenho medo... Medo, que não seja propositada, medo que seja natural... porque eles são jovens e se os jovens são assim tão ignorantes... algo vai mal neste país. Vai mal e muito mal. Entre mim e eles existe talvez uma diferença de uma geração. Que se passa com eles? Será que estamos a diminuir a nossa qualidade? Afinal nunca tivemos tantos licenciados como agora. Nunca houve tantos «cérebros» como agora. E «cérebros» que estão a sair (preocupante...) ficamos só com isto?